Passeios em Paris

A famosa casa de shows Moulin Rouge que até filme virou!

A famosa casa de shows Moulin Rouge que até filme virou!

Sexta-feira acordei um pouco mais tarde, estava cansada da correria da viagem. O Eric ia trabalhar apenas meio período e ia para casa me levar para fazer alguns passeios ao redor de Paris. Ele chegou por volta das 2 da tarde e saímos.Pegamos o metrô e nossa primeira parada foi a famosa casa de shows Moulin Rouge, que em 2009 completa 120 anos de existência. Claro que a casa estava fechada, mas fiz uns clicks, claro.

De lá seguimos para a famosa igreja Sacre Coeur, que fica no alto de uma montanha onde se pode ver a cidade. A torre Eiffel fica escondidinha do lado direito por conta de umas árvores que acabaram crescendo demais. Quis entrar na igreja porque queria comprar presentinhos para minha mãe e minha tia, que são duas católicas fervorosas. Infelizmente, não se pode tirar fotos lá dentro, eles são bastante rigorosos com isso. Mas quem estiver por Paris e passar por lá, vale a pena conhecer. A igreja é belíssima por dentro. Fiquei bastante emocionada. Acendi uma velinha para minha família, demos uma volta lá dentro e ele foi me mostrar novos lugares.

sacre-coeur[1]

Fomos andando pelas ruas por trás da igreja e fomos a uma praça bem famosa chamada Place du Tertre. Lá vários pintores ficam a disposição das pessoas para pintarem seus retratos ou fazerem caricaturas. O mais legal é que os artistas todos ficam ao redor de restaurantes que ficam no centro da praça. Muito fofo!

Pintores em ação na Place du Tertre

Pintores em ação na Place du Tertre

Saímos de lá e fomos tomar uma cerveja num dos bares que tem pela região e de lá ficamos caminhando pela cidade. Voltamos para casa e nos encontramos com dois amigos do Eric. Um deles já é conhecido por aqui, o DJ Ben Men. Ele também já veio dezenas de vezes para o Brasil e está de mudança para São Paulo no começo do mês que vem porque irá casar com uma brasileira. Sentamos num bar perto do apê e ficamos tomando cervejas e conversando por uma hora. Voltamos para casa pois a noite o Eric tinha marcado de ir na casa de uns amigos. Jantamos e seguimos para a casa deles. Conversamos, tomamos vinho, demos risada e retornamos pois o sábado ia ser pesado, já que ia acontecer a festa para comemorar o aniversário do Eric que foi no dia que eu cheguei em Paris.

Nova versão de Edith Piaf nos arredores da praça

Nova versão de Edith Piaf


No dia seguinte, eu ia me mudar para um hotel próximo porque como ia ter a festa e no domingo eu partiria para Amsterdam, achei melhor deixá-lo a vontade para receber seus amigos depois da balada para o famoso chill out. O Eric me disse que tinha um hotel ótimo lá perto e que era onde ele instalava todos os DJs que iam tocar em seus projetos. Eu me surpreendi, o hotel era o Mama Shelter, aclamado por ter sido projetado pelo designer Phillip Starck.O mais impressionante é o valor da diária do quarto mais simples: 79 euros. Baratíssimo para uma estrutura como a do Mama.

O meu quarto no Mama Shelter.Luxo puro!

O meu quarto no Mama Shelter.Luxo puro!


Quando entrei no meu quarto, fiquei em estado de choque. Além da decoração ser um arraso, uma tela enorme de Mac estava pendurada na parede e lá eu podia assistir tv e usar internet, era só pedir o teclado wireless na recepção. O chuveiro é daqueles que são no teto, um sonho. Mas aviso, a diária só custa esse valor para quem liga e faz a reserva antes. Se você chegar desavisado por lá, esse valor sobe para mais de 200 euros. Não fica no centro de Paris, mas fica perto do metrô e tem um ônibus na porta do hotel que segue direto para o Louvre, que era exatamente o meu destino.

Olha ela lá genteeeee!!!!

Olha ela lá genteeeee!!!!

Larguei as malas, descansei um pouco, tomei um banho e saí. O Eric tinha mil coisas para corer atrás para sua festa mais tarde e marcamos deles virem me pegar no hotel por volta das seis e quinze da tarde. Desci e fui para o ponto de ônibus para o Museu do Louvre. Como a rua está em reforma, tive que andar um pouco para pegá-lo alguns pontos antes. Anote aí, o número do buzão é 64 linha Pyrénnées-Bagnolet Stop. É só pegar e curtir a paisagem até o ponto final, ao lado do Louvre. Resolvi ir almoçar antes de começar a minha jornada. Por ali mesmo achei esse restaurante de esquina, comi um frango com batatas fritas e chá gelado, já que a temperatura beirava os 36 graus.

De barriguinha cheia, me dirigi ao Louvre. E como é grande esse museu! Acho em apenas em três dias você é capaz de ver todas as obras que existem lá dentro. Mas eu queria ver a famosa pirâmide e fazer outra foto no estilo “eu sou gigante”, como fiz em Stonehenge. Fui andando e me deparei com a sua grandeza. Linda demais.Tirei várias fotos e várias pessoas estavam sentadas nos chafarizes ao lado, descalças e com os pés na água por causa do calor.

Cuca bancando a gigante mais uma vez

Cuca bancando a gigante mais uma vez


Fiquei ali por um tempo, quando vi a torre Eiffel. Achei que estava próxima então resolvi ir caminhando até lá. O dia estava lindo, dei uma olhada no relógio para cronometrar o tempo que tinha de ir e voltar, pegar o ônibus de volta ao hotel para tomar banho e me aprontar a tempo para a festa. Bem, eu ACHEI que ela estava perto, mas o negócio é que a torre é grande MESMO. Tinha passado com o ônibus lá, mas queria ficar debaixo dela. Foram quarenta minutos de caminhada forte, mas as paisagens compensam. Paris é linda de verdade!

Foto típica de turista!

Foto típica de turista!

Quando finalmente me deparei com ela, fiquei mais emocionada ainda. Na hora que estava debaixo de sua estrutura, mandei uma mensagem de texto pro Juriaan…como queria que ele estivesse lá! Mas estava feliz porque no dia seguinte iríamos nos encontrar em Amsterdã. Fiz alguns clicks e cheguei a conclusão que Auguste Eiffel arrasou na contrução.Aí peguei o caminho de volta. Fotos durante todo o caminho, claro.

Cheguei no hotel por volta de cinco e meia, tempo suficiente para eu poder tomar um bom banho, me arrumar, fazer a make e ainda ver um pouco de tv. Os meninos me pegaram e fomos para o Glaz’art. Eu achei estranho irmos tão cedo, mas quando cheguei lá tudo foi explicado. O lugar é incrível! Parece que estamos numa praia no meio de Paris. E lá abre as sete da noite para quem estiver a fim de tomar um drink, comer alguma coisa e ouvir boa música. Após meia-noite, a balada segue para o club que fica no mesmo lugar e aí vai até altas horas. Quem chegar para a balada paga dez euros de entrada.

Glaz'art: bom de dia e melhor ainda a noite!

Glaz'art: bom de dia e melhor ainda a noite!

Conheci vários amigos do Eric e do Ben Men, foi divertidissimo. Porém acho que exagerei no drink. Fui embora para o hotel nem sei que horas para me preparar para Holanda no domingo.

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